Não vou nem pensar.
nem poderei.
os planos são meus desejos
meu endereço é a distância.
sou lento papel
alçando vôo
no vento
de lá
e que varre minhas entranhas
e que assusta
quem vê flores
onde não tem flores
não tem nada
pra vê o que se vê
entao não vejo nada
e me perco.
Ó.
me perdi!
e se perder
(se me per der)
talvez
seja a unica opção.
é o grito.
um eco seco
sacro
disso
tudo
(o que é isso?)
sei não.
to por ái á toa.
Só sei que a cada grito
o eco
lá de dentro me sopra:
voa!
segunda-feira, 19 de abril de 2010
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